Atualidades - Temas em Debates na Mídia

Apostila com dicas importantes sobre temas atuais debatidos na mídia em geral. Estas dicas são importantes para concursos que cobram esta disciplina, pois há sempre uma cobrança em cima daquilo que é destaque na mídia. Seja na televisão ou nos jornais, os temas que envolvem política nacional ou mundial, guerras ou conflitos menores, economia, crises, globalização, enfim tudo relacionado ao mundo contemporâneo poderá a vir ser questão de prova. Então o quê devemos ler e estudar? Esta pequena apostila lhe auxiliará com assuntos que você deve buscar na mídia, para ficar atualizado. Este material não substitui um bom livro ou aula com um bom professor, mas serve como material complementar. Ideal para vestibulares.



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Divulgada a criação de novo cargo

Boa tarde.

Hoje, véspera de feriado, o MPOG divulgou em seu site excelente notícia, que transcrevemos a seguir. Será criado novo cargo, de Analista Técnico de Políticas Públicas, cuja remuneração pode ultrapassar os R$ 10.000,00.

Somente nesse primeiro concurso, serão oferecidas 725 vagas e o edital sai, no máximo, em 180 dias.

Como o concurso é novo, e ainda não se sabe quais matérias serão cobradas, o Ponto lançará cursos para este concurso somente após a publicação do edital.

Veja a notícia completa abaixo (fonte: site do MPOG).

O governo federal vai abrir concurso para selecionar candidatos ao cargo de Analista Técnico de Políticas Sociais. A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, anunciou que assinará, possivelmente na semana que vem, a portaria autorizativa para o preenchimento de 725 vagas em órgãos da Administração Pública Federal que desenvolvam programas e projetos de cunho social.

Os servidores que vierem a ser aprovados serão os primeiros a integrar a Carreira de Desenvolvimento de Políticas Sociais, criada em novembro de 2009 e regulamentada em maio de 2010, para atender uma das áreas prioritárias do governo. Assim como ocorreu com a carreira de Infraestrutura, ela foi concebida com a característica de ser “transversal”, ou seja, os servidores podem atuar em diversos ministérios. A carreira de Infraestrutura já tem 649 analistas trabalhando em projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Para se candidatar a Analista Técnico de Políticas Sociais será exigido curso de nível superior compatível com a área. Os detalhes constarão no edital, que tem prazo legal de 180 dias após a portaria, mas que deverá ser publicado em menor tempo.

REMUNERAÇÃO

A remuneração inicial é de R$ 3.966,53, resultado da soma do vencimento básico (R$ 2.906,66) com a vantagem pecuniária individual (R$ 59,87) e a Gratificação de Desempenho de Atividades em Políticas Sociais – GDAPS – correspondente inicialmente a 40 pontos (R$ 1 mil).

Após o servidor passar pelo primeiro ciclo de avaliação, antes mesmo de completar o primeiro ano no exercício do cargo, essa remuneração poderá chegar a R$ 5.466,53 uma vez que ele tem chance de ganhar até 100 pontos da gratificação de desempenho (R$ 2.500). Nos anos seguintes terá direito à progressão funcional (mudança de padrão dentro de uma mesma classe) e à promoção (mudança de classe). Pela tabela atual, a remuneração no topo (classe especial, padrão III) é de R$ 10.210,87.

O candidato será selecionado para exercer as atividades previstas na lei, com o mesmo grau de complexidade de atribuições e com o mesmo nível de escolaridade e experiência exigidos. Entre essas atividades estão prestar assistência técnica nas áreas de saúde, previdência, emprego e renda, segurança pública, desenvolvimento urbano, segurança alimentar, assistência social, educação, cultura, cidadania, direitos humanos e proteção à infância, à juventude, ao portador de necessidades especiais, ao idoso e ao indígena.

A lotação dos servidores será definida pelo Ministério do Planejamento. Antes da nomeação, os aprovados passarão por um curso de formação onde, conforme as habilidades demonstradas, serão direcionados para os diversos órgãos públicos.

A lei que criou a carreira estabeleceu, também, a criação de 2.400 cargos de Analista Técnico de Políticas Sociais, que serão distribuídos por 14 ministérios e seus órgãos vinculados. As 725 vagas deste primeiro concurso serão destinadas a substituir, em nove deles, servidores terceirizados em desacordo com a legislação.

FONTE: PONTO DOS CONCURSOS

GUIA DE ESTUDOS PARA INICIANTES BASEADO NO ESTILO FCC – PARTE 1

Bem, caros colegas, venho aqui hoje para cumprir minha promessa de ajudá-los na guerra dos concursos públicos.

Meu nome é Michel e fui aprovado em 7º lugar para Analista Judiciário Área Judiciária no TRE PE (concurso com uma concorrência monstruosa de mais de 11.000 inscritos para 10 vagas), também passei pra técnico nesse mesmo TRE em 17º lugar (havia mais de 39.000 inscritos para 12 vagas). Fui aprovado também no Tribunal de Justiça do Pernambuco em 1º lugar para Oficial de Justiça e em 2º lugar para o cargo de Analista Judiciário. Além disso, obtive a aprovação de meus sonhos no TRE CE (1º lugar para o cargo Analista Judiciário Área Judiciária e 1º também para o cargo de Técnico Judiciário Área Administrativa).

Prometi postar os meus métodos de estudos e dar algumas dicas para os iniciantes. Esse guia é direcionado a quem está iniciando agora e ainda não sabe como estudar e nem por onde começar. Mas também pode ser usado pelos veteranos, para que eles comparem os métodos de estudo e façam possíveis adaptações.

Bem, quero atentar que não irei revelar nenhuma fórmula mágica que fará vocês serem aprovados num concurso com 1 mês de estudo, mas irei dar informações que se eu tivesse as recebido logo no início da minha preparação, eu poderia ter obtido mais rápido a minha aprovação.

Obs.: aviso que ficou bem longo, pois tentei repassar com precisão toda a minha experiência adquirida.

CONHECENDO A BANCA (FCC X CESPE)

Inicialmente, quero informá-los que meu método consiste basicamente em Lei “seca”, MUITOS exercícios e resumos pessoais. Essa metodologia foi desenvolvida para resolver provas da FCC, mas pode ser facilmente adaptada para outras bancas como o CESPE. O pessoal sempre fala que estudar pro CESPE é diferente de estudar pra FCC. Mas ao resolver algumas provas do CESPE aqui em casa, obtive resultados que superaram 80 pontos. Pra quem não sabe, superar 80 pontos numa prova do CESPE de nível superior com aquela metodologia em que questões erradas diminuem seus pontos é uma missão bem difícil.

O CESPE não faz provas tão diferentes da FCC. Eu diria até que o CESPE “copia e cola” tanto quanto a FCC. O CESPE cobra questões com prazos da mesma forma que a FCC, faz questões em que se muda apenas uma palavrinha para tornar a assertiva errada, etc. O que você deve fazer se for estudar pro CESPE é acrescentar a leitura das Súmulas e procurar se atualizar sobre as últimas decisões do STF e do STJ. A FCC também cobra Súmulas e Jurisprudências em suas provas, mas isso acontece muito dificilmente. Então, se a sua banca é a FCC, recomendo que deixe as súmulas e as jurisprudências de lado e caia de cara na leitura das leis.

Pra quem for fazer prova do CESPE, ao contrário do que muitos pensam, chute! Garanto que sua pontuação aumentará significativamente se você chutar as questões que ficou em dúvida. Duvida? Então faça um simulado do CESPE. Calcule a sua pontuação sem chutar nenhuma questão. Depois calcule a pontuação incluindo seus chutes e surpreenda-se. Sei que as erradas diminuirão sua pontuação, mas você acertará questões chutadas mais do que as errará, isso se você já domina bem o conteúdo e estudou bastante. No final das contas, o chute valerá mais a pena. Principalmente em provas em que 2 ou 4 erradas anulam uma resposta certa. Quanto a outras bancas como a ESAF, FGV e CESGRANRIO, confesso que sinto dificuldades em resolver várias questões delas. Então não posso opinar como proceder diante dessas bancas.

COMEÇANDO A ESTUDAR (A LEI “SECA”)

Estudar pela letra fria é a base para passar na FCC. Esqueça seus livros de doutrina gigantescos. Consulte-os apenas quando você não entender direito o que os artigos quiseram te dizer. Lembro que no início eu estudava Processo Civil pelo livro de Humberto Theodoro. Pra quem não conhece sua obra, o conteúdo é dividido em mais de 3 volumes com mais de 1.000 páginas cada, ou seja, jamais conseguiria aprender a tempo o necessário para passar numa prova com o edital já publicado.

Correm boatos de que a FCC está mudando, de que ela está se igualando ao CESPE e cobrando mais a parte doutrinária. Vejam só, eu já resolvi inúmeras provas da FCC elaboradas entre 2002 e 2012 e posso afirmar com propriedade que ela é a mesma do que há 10 anos. Acabei de prestar o concurso do TRE CE para analista e técnico judiciário e nada mudou, as questões ainda são basicamente sobre a letra fria da lei. No entanto, reconheço que ela agora está elaborando mais aquelas historinhas que exigem um pouco mais de raciocínio do candidato.

Para aproveitar o máximo de tempo e estudar de maneira eficiente, siga os seguintes passos:

Passo 1 - Pegue a lei atualizada e comece a lê-la. Grife os prazos, os requisitos, as proporções etc., pois a FCC adora cobrar essas coisas. Leia a lei várias vezes. Mas não leia a mesma parte várias vezes por dia. Leia repetidas vezes, mas dando um intervalo de uma semana, mais ou menos.

Passo 2 - É importante que você estude TODO o conteúdo programático previsto no edital, pois a FCC adora cobrar aquilo que todo mundo pensa que nunca será cobrado. Se nós erramos questões estudando tudo, imagine o quanto erraremos se não estudarmos o conteúdo inteiro. Então se você ainda não decorou a quantidade de vereadores por número de habitantes, recomendo que decore logo, nem é tão difícil. Eu mesmo já vi umas 3 questões da FCC cobrando isso. Óbvio que a FCC sempre cobra mais aquele conteúdo geral, que todo mundo já sabe. Mas são esses detalhes que fazem a diferença no final.

Passo 3 - Nunca, jamais e em hipótese alguma estude uma só matéria por dia. Faça isso somente se você tiver pouco tempo pra estudar naquele dia, pois também de nada adiantará você estudar 3 matérias em 2 horas. Procure estudar 2 ou 3 matérias diferentes por dia que podem ser parecidas ou não. Ex: você pode estudar num dia Penal e Eleitoral (diferentes) ou Constitucional e Administrativo (parecidas).

Passo 4 - Quanto às horas de estudo, não se preocupe se você conhece alguém que estuda 0 horas por dia e você só tem tempo de estudar 5, pois o que conta mais é a capacidade de concentração e de retenção do conteúdo lido, e isso varia de pessoa pra pessoa. Mas lembre-se de se dedicar o máximo possível, esqueça de sair nos fins de semana e feriados, prefira ficar em casa estudando. Pra quem trabalha é mais difícil, eu também trabalho, mas meu trabalho não é tão pesado quantos outros e consigo estudar umas 6 horas diárias em média Claro, tem dia que só dá pra estudar à noite quando estou em casa, mas há dias que consigo estudar 8 horas. Também não acredite em alguém que diz estudar 12 horas ou mais por dia. Se essa pessoa realmente fizesse isso, ela já teria passado em alguma prova. Sinceramente, não sei a troco de quê essas pessoas inventam mentiras desse tipo. Se for pra afastar a concorrência, eles deveriam saber que os concorrentes bem preparados não se assustam com essas blasfêmias.

RESUMO DA ÓPERA - Não terminamos por aqui ... semana que vem darei mais dicas.

MICHEL OLIVEIRA DE SOUZA é um concurseiro de sucesso que acredita na difusão do conhecimento.

FONTE: CONCURSEIRO SOLITÁRIO

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Taí mais uma ótima apostila de execícios de português para ajudá-los na preparação para concursos.

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IMAGEM ORGANIZACIONAL

IMAGEM ORGANIZACIONAL

Maria Helena Bernardo Myczkowski

Mariléa Carvalho de Oliveira Viebig

Conceituando Imagem Organizacional

Para contextualização de nosso estudo, partimos de algumas definições de imagem organizacional.. Segundo Vaz, a imagem pode ser definida como: “um conjunto de idéias que uma pessoa tem ou assimila a respeito de um objeto, e que forma na sua consciência um entendimento particular sobre tal objeto, seja ele um fato, uma pessoa ou uma instituição”.

Para Cahen (1990:57), “imagem é o conceito que as pessoas têm e/ou formam sobre as coisas”. Dessa forma, uma imagem pode garantir a presença da empresa no mercado desde que muito bem administrada.

Torquato (2002:97) corrobora mencionando que um dos mais valiosos patrimônios da organização é constituído pelo seu nome, pela marca dos produtos e pela imagem que projeta.

Neves, salienta que “apesar de toda a badalação recente em torno a palavra, Imagem ainda não é uma coisa bem entendida quanto ao que seja. Muito menos quanto ao seus domínios. Tem-se no geral uma vaga compreensão sobre elas”. Para o autor, o pouco conhecimento da amplitude e da importância desta expressão pode gerar algumas conseqüências, a saber:

“Uma das conseqüências do desconhecimento - ou do pouco conhecimento- é o seu sub-dimensionamento. Imagem é um vasto mundo, cujo potencial está a espera de bons exploradores. Pessoas e empresas podem beneficiar-se muito deste potencial. Entre outras coisas, Imagem pode alavancar e decidir negócios, ganhar eleições, potencializar qualidades e virtudes, suprir deficiências, fazer a diferença, encurtar caminhos, aumentar a produtividade, dar de comer a egos famintos, em suma, fazer a vida mais fácil agradável e lucrativa.” (ibidem)

Outrossim, Neves (1998: 42), considera que “Imagem é o conjunto de fatores objetivos e subjetivos que envolvem o produto, o serviço ou a empresa que os oferece. Alguns desses fatores emanam da própria marca, como por exemplo, a garantia de qualidade de inovação tecnológica, etc. Outros se constroem de forma autônoma no imaginário do cliente/consumidor em função de seus próprios valores e perfil. Podem até não ser reais. Em empresas prestadoras de serviços, os atributos relacionados à instituição crescem de importância. Empresa ética, séria, trata bem os empregados, respeita o consumidor, não se mete em trapalhadas, tem preocupações sociais, apóia as artes, não agride o meio ambiente, etc. Estes são atributos muito valorizados”.

Dessa maneira, entende-se que a imagem de uma empresa não é construída isoladamente devendo ser pautada na mente das pessoas com base em valores, atitudes e crenças.

Gomes e Sapiro (1993:84) afirmam ainda que “mais do que um simples conceito, a imagem corporativa é um recurso estratégico para o desempenho empresarial. Ela é intangível e abstrata não podendo ser tocada, vista ou medida em termos absolutos, existindo somente como um conceito na cabeça das pessoas. Mas, ainda assim, trata-se de um dos ativos mais preciosos que uma organização pode obter”.

Na visão de Morgan (1996: 252), “a auto imagem de uma organização é crítica para moldar quase todos os aspectos de seu funcionamento e , em particular, o seu impacto no contexto no qual fazem parte, assim, organizações devem dedicar considerável atenção para descobrir e desenvolver um apropriado senso de identidade”.

Numa época em que os negócios não podem mais se dar em segredo absoluto, a transparência passou ser a alma do negócio: tornou-se um fator de legitimidade social e um importante atributo positivo para a imagem pública e reputação das empresas. E essa reputação dependerá de uma comunicação aberta, de um comportamento ético, das relações com os agentes sociais e, particularmente, com as comunidades em que operam. O conceito de que cada empresa ou organização desfruta da opinião do público têm início a partir das informações que estes recebem de várias origens , num processo alimentado continuamente por todas as pessoas, meios e veículos influenciadores e formadores de opinião. (Pereira, 1997: 90).

Identidade x Imagem organizacional: conceitos que se cruzam

Com o intuito de contextualizar os conceitos de identidade e imagem organizacional, Meneghetti (2001: 31-32) distingue:

· identidade: é a impressão digital da organização. É como um código genético, ou seja, um conjunto de características que a torna única. A missão, a visão e os valores expressam parcialmente a identidade. O conceito é mais abrangente e inclui aspectos tangíveis e intangíveis, operacionais, éticos e culturais. Uma identidade coerente deve transcender ciclos de vida de programas e projetos, mudanças tecnológicas, de cenário e crises individuais.

· Imagem: É a expressão da identidade da organização. Trata-se de um instrumento estratégico que se constrói na mente dos diversos públicos a partir de uma combinação de técnicas mentais e materiais e que envolve a elaboração e a fixação de mensagens.

Para elucidar esse termo, Poyares (1998: 87-88) diz que: “imagem é, assim, aquela representação simplificada que emerge na mente, como síntese de uma ou várias sensações ou percepções. Não é um resultado matemático nem mesmo, necessariamente, o fruto de combinações lógicas. Sua natureza inclui a tônica da fragilidade, da sensibilidade forte, da instabilidade. (...) Também não esqueceremos que a imagem, apesar de produto da interação, é sempre um fenômeno individual, em cujos elementos de formação é possível exercer influência”. De acordo com Tavares: “ o termo identidade deriva do latim : idem e identitas significam “o mesmo”. Entitas significa entidade. Identidade pode significar “ a mesma entidade”. A idéia de identidade esteve, num primeiro momento, associada a indivíduos, sendo posteriormente foi estendida ao campo empresarial e nessa perspectiva indica direção, propósito e significado.”

Na visão de Andrade (1997: p.115), “identidade significa aquilo que uma organização é e como deseja ser percebida - nos limites do que ela é e tem - , enquanto imagem é como tal organização é percebida por todos os públicos de interesse.”

No entendimento de Diefenbach (1987: 156), um programa de identidade corporativa não é mais do que a embalagem e a marca de toda uma companhia. Como uma embalagem, a identidade configura os ingredientes da corporação e possibilita sua comunicação para os mercados e públicos- alvos. Como uma marca, a identidade corporativa diferencia a empresa de modo positivo e memorável, projetando assim uma personalidade única e posicionando adequadamente a companhia no mercado.”

Concordamos com Pinho quando realça com muita precisão: “o comportamento é um indicador bastante significativo da identidade de uma organização. A maneira como a empresa se comporta com seus funcionários e com todos aqueles com os quais mantém contato determina a sua reputação.”

Ainda sobre identidade corporativa, Tavares (1998:74) complementa que a empresa precisa preocupar-se com a dimensão interna, junto aos empregados atuais e potenciais, e externa, quando se dirige aos demais públicos.

Historicamente, a Comunicação Organizacional era praticamente unilateral. O gestor elaborava suas mensagens, utilizava os veículos de Comunicação e pouco se preocupava com o resultado do processo. O funcionário era passivo e não participava de maneira efetiva da Comunicação. Hoje a situação é bastante diferente. O gestor deve estar atento e aberto às opiniões, críticas e sugestões desse colaborador para que a organização atenda as necessidades e desejos de seu público-alvo, sempre com coerência, atitude que se tem tornado palavra-chave no processo de Comunicação Corporativa.

A comunicação interna em busca do gerenciamento de imagem

Atualmente percebe-se nas empresas uma preocupação muito grande com a comunicação interna. Os parceiros de negócio e os funcionários da organização são considerados os principais formadores da imagem corporativa junto ao mercado . Se o colaborador não tiver a consciência de que é agente importante do processo de comunicação, como gestor e facilitador, a empresa não conseguirá cumprir sua missão e atingir metas.

Desse modo, a área de comunicação passa a ter um campo de ação bem amplo, que contempla os vários setores da organização. Ela transcende à divulgação de normas, missão ou valores da empresa. Ao divulgar informações e conhecimento necessários para um bom desempenho organizacional cria-se a base para o diálogo interno e assim, agrega-se valor no posicionamento da organização na sociedade e junto ao público em geral.

Percebe-se que a comunicação interna necessita ser vista dentro de conceitos estratégicos desempenhando a função de coordenar o processo de formulação das mensagens que a corporação transmitirá a todos os seus públicos, especialmente quando se tratar dos temas sensíveis; desenvolver os canais mais adequados para cada tipo de mensagem e para cada público; desenvolver mecanismos de feedback sobre a efetividade da comunicação e finalmente construir relacionamentos leais e duradouros por meio de processos estruturados de diálogo. E para isso a organização necessitará desenvolver um planejamento integrado de ações de comunicação , estabelecendo os objetivos da organização e definindo programas de ação necessários para atingi-los. Nesse sentido, Francisco Viana avalia:

“Quando uma empresa faz um plano de Comunicação ela se dispõe a olhar para ela mesma, os concorrentes e o contexto em que atua. Com o tempo, sob a pressão dos concorrentes e as exigências do público, ela se torna outra empresa para si mesma. Isso é que irá determinar sua renovação ou envelhecimento”.

A comunicação é considerada um fator estratégico no sucesso dos negócios pois gera resultados, é um agente humanizador das relações de trabalho e ajuda a consolidar a imagem da organização junto aos seus públicos. As características da comunicação são determinadas pela cultura organizacional e pelas mudanças no ambiente.

Bueno (2003: 105) observa que as organizações perceberam que a imagem pública de uma empresa depende da avaliação de um conjunto diversificado de públicos , o que torna cada vez mais difícil e complexo o seu gerenciamento.

A globalização e a revolução tecnológica impõem desafios crescentes obrigando atualização constante de processos e valores dentro da organização. A mudança passa a configurar o cotidiano empresarial na busca da vantagem competitiva.

Para MILLS (1993: 117-118), a estratégia de negócios é hoje um dos três fatores que determinam a direção da organização e cuja importância é mais ampla que aquela da estratégia isoladamente.

Em termos específicos, os executivos devem pensar separadamente e depois colocar lado a lado a estratégia de negócios da empresa, sua estrutura organizacional e o comportamento dos seus funcionários (inclusive o deles próprios). A figura 1 mostra os três fatores formando um triângulo. Nenhum predomina; cada um tem influência sobre os outros e sobre a organização e o alinhamento requer cuidadosa atenção na sua elaboração.


Figura 1: Alinhando Comportamento, Estrutura e Estratégia

Fonte: MILLS (1993: 118)

Referências Bibliográficas

ANDRADE, Luiz Carlos de Souza. Identidade Corporativa e a Propaganda Institucional. In: KUNSCH, Margarida M. Krohling (org).Obtendo resultados com relações públicas. São Paulo: Pioneira,1997

BUENO, Érika Lacerda. et al. A responsabilidade social e o papel da comunicação. In:Responsabilidade social das empresas: a contribuição das universidades. Vários autores. São Paulo: Petrópolis, 2002.

CAHEN, Roger. Tudo que seus gurus não lhe contaram sobre comunicação empresarial. São Paulo: Best Seller,1990.p.303. .

GOMES, Mauro Tapias ; SAPIRO, Arão.Imagem Corporativa - uma vantagem competitiva sustentável.Revista de administração de Empresas, FGV,São Paulo, vol.33,nº6,p. 84-96,nov./dez. 1993

MENEGHETTI, Silvia Bojunga. Comunicação e Marketing: fazendo a diferença no dia-a-dia de organizações da sociedade Civil. São Paulo : Global Editora.2001.

MILLS, Daniel Quinn. O Renascimento da Empresa. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1993.

MORGAN, Gareth.Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 1996

NEVES, Roberto de Castro. Imagem Empresarial. Rio de Janeiro: M AUAD,1998.

PEREIRA, Ricardo Eduarte. Relações públicas de resultados. In KUNSCH, Margarida M. Krohling (org). Obtendo resultados com relações públicas. São Paulo: Pioneira, 1997

POYARES,Walter.Imagem pública:glória para uns, ruína para outros.São Paulo:Globo,1998

SUSSKIND, Lawrence; FIELD, Patrick. Em crise com a opinião pública: o diálogo como técnica fundamental para solucionar disputas. São Paulo: Futura, 1997.

TAVARES, Mauro Calixto. A Força da marca - como construir e manter marcas fortes. São Paulo: Editora Harbra, 1998.

TORQUATO, Gaudêncio. Tratado de Comunicação Organizacional e Política. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002

VAZ, Gil Nuno. Marketing institucional: o mercado de idéias e imagens. São Paulo: Pioneira,1995.

Depoimento do Aprovado no Concurso de Defensor Público: Marcelo Piton

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Nome:
Marcelo Martins Piton.

Cargo no qual foi aprovado: Defensor Público do Rio Grande do Sul.

Idade: 24 anos.

Situação familiar: solteiro e durante a preparação morava sozinho.

Cidade de origem: Palmitinho – Rio Grande do Sul

Cargos ocupados anteriormente: Assessor de Juiz.

Formação: Bacharel em Direito.

Data da conclusão da graduação: 05.01.2010.

Data de aprovação no cargo de Defensor Público: 21.12.2011.

Concursos aprovados anteriormente: Assessor do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul (5º lugar), Procurador da CEEE (2º Lugar) e Procurador do Município de Frederico Westphalen/RS (1º Lugar).

Quando começou a se preparar para o concurso atual: desde o início do período de preparação, sempre optei pelos concursos estaduais, mas não foquei em um concurso específico. Comecei a estudar no mês de janeiro de 2010 e o concurso da Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul começou no mês de janeiro de 2011, tendo terminado no mês de dezembro de 2011.

Como estudou:
- montou planejamento? Montei. Elaborei uma grade de horário e alocava as matérias nele. Também utilizei o Sistema TUCTOR.
Sempre gostei de estudar por doutrina, utilizava os cadernos apenas para a revisão. Na fase final do concurso, consegui ler até 2.000 páginas de livros na semana. Como tinha uma meta mensal, isso facilitava o estudo.
Além disso, após a prova objetiva, passei a elaborar, também, resumos, para facilitar a revisão para as provas dissertativa e oral.
- fez cursinho? No primeiro ano de estudo, fiz o curso anual da LFG. Durante a realização do concurso, realizei cursos preparatórios para as provas Orais e de Tribuna, além de aulas de oratória.
- estudou em grupo? Não, nunca.
- estudava em biblioteca? Também não. Gostava de estudar em casa.
- estudava quantas horas por semana? De 7 a 10 horas diárias, incluído o período do curso preparatório, que era de 03 horas. No primeiro ano, estudava até sábado de manhã. Já durante a realização do concurso público da Defensoria Pública, estudava todos em dias, sem intervalo.

O que faria diferente: acredito que tenha feito tudo que estava a minha disposição. Manteria o mesmo método de estudo.

Houve momentos de desânimo? Pouquíssimos, sempre acreditei que, com estudo e foco, iria ingressar em uma boa Instituição.

Chegou a pensar que não passaria? Não. Tinha a convicção de que com organização e qualidade de estudo iria alcançar o meu objetivo.

Principais dificuldades. Quais foram? Quando me formei, imaginava que iria demorar de 3 a 5 anos para ingressar em uma das carreiras que eu almejava – Defensoria Pública, Ministério Público ou Magistratura.

Daí por que o fato de a aprovação ser algo “a longo prazo” dificultou um pouco, pois é mais difícil manter o foco nessas circunstâncias.

O que fez para superar as dificuldades? Como durante a preparação para essas carreiras fui passando em outros concursos, isso me dava tranquilidade e motivação, pois era um sinal de que eu estava no caminho certo.

Além disso, com a fixação de metas semanais, houve uma redução dessa circunstância, pois a cada semana sentia a sensação de “dever cumprido”.

Contexto de aprovação:
- como soube da notícia? Acessei o nosso grupo de estudo pelo celular e um colega que tinha acesso ao DOE havia anexado o edital.
- onde estava? Dentro do carro, em uma viagem.
- o que sentiu no momento em que recebeu a notícia? A emoção é inexplicável e, efetivamente, fez tudo valer a pena.
- O que fez em seguida? Liguei para familiares e amigos.
- como foi a comemoração? Fiz um almoço que se transformou em janta e terminou perto das 02 da manhã, foi uma recompensa merecida.
- outros detalhes que queira mencionar sobre o contexto da aprovação: a aprovação é algo que faz todo o estudo e sacrifícios valerem a pena, tenham certeza disso!

Conselho aos candidatos:

O que diria para alguém que estivesse começando a estudar para concursos e lhe pedisse um conselho? Faça um curso preparatório, mas o estudo em casa/biblioteca é essencial para a aprovação.

Além disso, acredito que a organização é, também, essencial para a aprovação. Aqui posso mencionar a utilização do Sistema Tuctor. Comecei a utilizar ele 05 meses antes do concurso da Defensoria Pública e parei de utilizá-lo somente ao final.
O sistema de metas (páginas e horas) a serem cumpridas semanalmente me ajudou bastante, pois toda semana tinha um objetivo novo e isso me motivava para realizá-lo, o que amenizava o fato de a aprovação ser algo longo e abstrato.

O que diria para alguém que estivesse já estivesse estudando há algum tempo e lhe pedisse um conselho?
1) Jamais desista! Eu tenho certeza de que somente quem desiste não passa em concurso público.
2) Faça, também, um plano de estudo organizado. Quando você concluir o plano semanal, você sentirá uma grande redução da ansiedade e da preocupação de não ter estudado o suficiente, sendo que isso faz uma grande diferença.
3) Encontre o SEU método de estudo, não adote o de outra pessoa, pois provavelmente não irá dar certo.

Noções Iniciais sobre Concursos – Parte 1


"Caros concurseiros,

Primeiramente, agradeço aos inúmeros e-mails recebidos de homenagens ao Deme. Sei que prometi terminar o livro rapidamente, mas não deu, por diversos motivos. O principal é que realmente desgasta emocionalmente ler aquelas mensagens todas. Devido a isso, não conseguia prosseguir muito no trabalho, só agora estou conseguindo mexer mais mas mensagens. Além de que copiar e colar todas as mensagens, dividi-las, formatá-las etc. é um trabalho bem braçal e demorado. Mas acho que o resultado vai ser bem compensador e uma bela lembrança para os pais do menino fenômeno.

Bem, vamos ao assunto desta coluna.

Já recebi muitos e-mails de pessoas com dúvidas sobre informações básicas do funcionamento do mundo dos concursos. Dúvidas que hoje são simples para a grande maioria dos concurseiros, mas todos com certeza já tiveram essas dúvidas um dia.

Então, para ajudar este pessoal que está de fato iniciando nessa vida de concurseiro, escrevi este artigo e mais um a ser publicado em breve com mais noções iniciais.

Caso você tenha pouco tempo nessa vida de concurseiro, acredito que aproveitará muitas informações, mas caso não, passe os olhos ligeiramente por ele, pois talvez tenha alguma informação que não saiba, e volte aos estudos, claro.

Não aborda dicas sobre como estudar, é sobre as noções mais básicas sobre como funciona o basicão do mundo dos concursos.

Os assuntos não estão muito ligados uns ao outros, são informações diversas, as que julguei que respondessem às dúvidas mais comuns dos iniciantes.

Para facilitar o entendimento, dividi em tópicos, a seguir apresentados.

Antes de prosseguir, faço um alerta: São apresentadas várias siglas de órgãos neste apêndice, pois para não tornar a leitura enfadonha, optei por não colocar seus nomes por extenso. Caso não saiba qual é o órgão correspondente a alguma dessa siglas, basta procurá-la no Google, nosso velho amigo inseparável.

Então vamos logo começar essas noções iniciais.

a) Por que há milhares de vagas todos os anos?

Basicamente porque os atuais servidores aposentam-se ou morrem, fora a necessidade de haver mais servidores, devido ao aumento da demanda, e a criação de novos órgãos.

Então, não interessa as notícias alarmantes noticiadas na imprensa de que “este ano não haverá concursos, afirma Ministro X”, ou algo do gênero, pois no máximo eles ficam congelados por alguns meses, e mesmo assim não é em todas as esferas, é só em algumas.

E este número cresce a cada ano, e continuará crescendo.

b) Como é o processo de realização de um concurso?

Antes de mais nada, começa com uma “negociação” entre diferentes órgãos do Governo, para que todos fiquem convencidos da real necessidade de se contratar mais servidores, pois tanto na iniciativa privada quanto no serviço público o lema sempre é o de conter despesas com pessoal.

O órgão que quer o concurso pede “cem mil” vagas, o órgão ou governante que concede só aceita, chutamos, uns 20%. São apresentadas planilhas e estudos sobre o quantitativo necessário e seguem negociando até chegarem a um número ideal. Enfim, é uma negociação, no bom sentido da palavra, claro.

Passada essa fase de negociação, é dada a autorização para o concurso, muitas vezes publicada por escrito no diário oficial do ente requerente, que é imediatamente publicada nos meios de comunicação de concursos. Vira manchete dos jornais, sites, revistas e blogs, fazendo a alegria dos candidatos, professores, editoras, donos de cursos etc.

Quem dá essa autorização geralmente é o Governador ou o Prefeito no caso dos concursos estaduais e municipais, e o Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), nos federais.

Veja que até sair a autorização, a vida do concurseiro funciona na base da boataria. O candidato fica à mercê dos boatos dos jornais especializados, dos professores, dos cursinhos, do amigo do papagaio do tio do vizinho que trabalha no órgão etc.

Acho interessante a quantidade de mensagens que leio em fóruns e blogs sobre alguém que conversou com não sei quem que disse que o edital do concurso iria sair em poucos dias. Caramba, quase sempre nem autorização para a realização do concurso há ainda. São pessoas que estão há pouco tempo neste mundo de concursos e ainda não entenderam como ele funciona, mas tudo bem, para isso há este e diversos outros textos para esclarecerem esses colegas.

Bem, com a autorização, o boato vira um fato. Dali em diante, muito dificilmente o concurso não ocorrerá, e em pouco tempo, quase sempre com edital publicado em menos de seis meses.

No caso dos concursos federais, o acompanhamento do processo torna-se ainda mais fácil, pois ele está na internet, dando a possibilidade de acompanhar cada tramitação no MPOG e demais órgãos. No caso do concurso para a Receita Federal, por exemplo, o Fórum Concurseiros comemora a cada mexida que ele dá, mesmo que tenha sido insignificante. E isso é bom para termos ideia de até onde os boatos possuem uma fumaça branca ou não. Assim, quando lemos aquelas notícias dos jornais de que o edital está para sair a qualquer momento, constatamos que não passa de notícia para vender jornal, pois nem processo caminhando ainda há, então é impossível que o edital saia tão rapidamente.

Nesse meio tempo, o ógão já possui, mesmo que ainda não oficialmente, uma comissão responsável pelo concurso, que possivelmente também será divulgada no diário oficial. São servidores do órgão e de outros órgãos com experiência em organizar concursos. Bem, pelo menos é o que se espera, mas às vezes infelizmente aparece alguém nessas comissões que não entende nada, mas tudo bem, esperemos que a banca ajude-os depois.

Note que essa comissão algumas vezes não entende das matérias, nem tanto do concurso em si, mas o que ela precisa realmente é saber escolher uma boa banca e dar orientações gerais para ela. Por isso que escolher uma banca boa é sempre muito importante, porque quando a banca é ruim, não tem comissão que dê jeito. Também entenda que não é interessante haver no meio dessa comissão alguém diretamente ligado ao meio dos concursos, como algum professor de cursinho etc., pois ela tem de se manter em sigilo total, por motivos óbvios. Então, não tem como ela ser formada por exímios sabedores do mundo dos concursos, pois poderia comprometer o sigilo, apesar de que é altamente recomendável que ela se mantenha antenada ao que acontece neste meio, como saber as melhores bancas, quais matérias são normais de cobrar naquela área etc., pois já vimos concursos para fiscal que nem pediam Contabilidade e pediam matérias que não tinha nada a ver com a área fiscal, por exemplo.

Quando o edital é publicado, claramente percebemos a formação dos componentes da comissão, ou pelo menos de quem teve uma predominância nela. Se aumenta o conteúdo dos Direitos, vemos que houve uma corrente forte do pessoal desse ramo dentro da comissão, o mesmo acontecendo com Exatas, Contabilidade etc. Porém, isso não tem como saber antes, é chorar sobre o leite derramado. Basicamente o candidato tem de se preparar seguindo o edital anterior, pois o novo será bem parecido, em 99% dos casos.

Dada a autorização, o órgão contrata a instituição escolhida pela comissão para organizar o concurso, geralmente por meio de licitação. Aí é escolhida a instituição que organizará o concurso, mas muitas vezes o candidato só saberá qual é quando for publicado o edital. E também às vezes ela não é a preferida da comissão, mas foi escolhida por causa das regras das licitações e outros motivos mais. Entretanto, alguns casos de bancas a serem escolhidas são bem conhecidos e nunca mudam, como a ESAF para a RFB.

A organizadora do concurso monta uma banca de professores para elaborar a prova, corrigir os recursos, anular questões etc. Veja que quase sempre chamamos a organizadora de banca, o que para nós, dá no mesmo. Mas são coisas diferentes se formos seguir ao pé da letra, pois a banca é o guro de professores da instituição organizadora. Bem, não vamos ser chatos, vamos chamar como todo mundo chama, que é banca mesmo e ponto final.

Há inúmeras bancas hoje em dia, são dezenas e dezenas. Algumas muito boas e outras bem ruins. Dentre outras, as mais famosas são, não necessariamente nesta ordem: CESPE/UNB, FCC, ESAF, Cesgranrio, NCE/UFRJ, FGV etc.

E chega o dia tão esperado pelos candidatos mais bem preparados: o dia em que o edital é publicado. É o dia que dá tremederia, choradeira, desespero, vontade de queimar os livros e se mudar pro meio da selva etc. Mas é o dia da recompensa para quem estava estudando há tempos e esperava o prêmio pelo seu esforço, afinal, de que adianta ficar só treinando e nunca poder entrar em campo para ser campeão, dando alegria a sua torcida e recompensas diversas para você?

O edital é a “lei” do concurso. É ele que mostra quais as disciplinas que serão cobradas, com quase sempre o peso de cada uma, o valor da inscrição, os dias das provas, o prazo de validade do concurso etc. São muitas páginas a serem atentamente lidas pelo candidato.

Realizada a prova, o gabarito é publicado no site da organizadora e é dado um prazo de poucos dias para que os candidatos entrem com seus recursos, pedindo a anulação de questões por motivos diversos ou a troca das letras dos gabaritos, ou seja, pedindo para alterar o gabarito da letra “C” para “E”, por exemplo.

Quando uma questão é anulada, todo mundo ganha os pontos relativos a ela. Quando o gabarito é trocado, só quem acertou o novo gabarito ganhará seus pontos e quem tinha marcado o gabarito preliminar os perde. A bem da verdade, não os perde, ele não deveria é tê-los ganho, pois estava errado, mas vai dizer isso para quem os perdeu eheheh.

Após o julgamento dos recursos, a relação de aprovados é publicada, representando um dia muito feliz para a vida de muitos, e muito triste para diversos candidatos mais. Até hoje digo que o dia mais feliz da minha vida foi o dia 16 de janeiro de 2006, dia que saiu o resultado do AFRFB, compensando com sobra a dor dos dias dos resultados dos concursos que não passei.

Passado mais um tempo, geralmente de alguns meses, o concurso é homologado, ou seja, é tido como válido. A partir dessa data, inicia-se o prazo de validade que consta no edital. A Constituição Federal fala em até dois anos, prorrogado por igual período, então ele pode ter prazo menor, mas nunca maior que quatro anos.

Há editais que preveem a possibilidade de reclassificar mais aprovados depois, outros proíbem, afirmando que só os que estiverem dentro do número de vagas previstas no edital é que serão considerados como aprovados, e todos os demais, reprovados. Neste último caso, se o órgão quiser, em poucos meses já poderá fazer outro concurso, pois o concurso dá-se por encerrado assim que nomear os aprovados. É o caso do AFR-SP.

Os concursos federais geralmente preveem a possibilidade de chamarem até mais 50% do número de vagas previstas no edital, seguindo uma autorização do MPOG. Foi o caso dos últimos AFRFB, ATRFB, AFT etc.

Enquanto o concurso estiver dentro de seu prazo de validade, não poderão ser nomeados aprovados em um eventual concurso seguinte. Então desconfie bastante de notícias sobre concursos prestes a sair quando ainda estiver dentro do prazo do concurso anterior. Veja que pode até haver outro concurso sim, o que não pode é nomear ninguém deste novo antes de nomear os aprovados do concurso anterior.

Até o encerramento do prazo de validade do concurso, o órgão publica no diário oficial a nomeação dos candidatos. Após a nomeação, o aprovado tem um prazo, geralmente de 30 dias, para tomar posse e depois outro prazo para entrar em exercício. Grosso modo, tomar posse é ir ao órgão e assinar o termo de posse, para afirmar que realmente irá trabalhar no cargo, e entrar em exercício é “aparecer para trabalhar”. Caso perca esses prazos, perderá o direito ao cargo.

Após a nomeação, o aprovado leva os documentos necessários para a posse e faz os exames médicos e psicotécnico, se for o caso.

Até 2008 um órgão poderia não nomear os candidatos aprovados, afinal, a Justiça dizia que ele poderia ou não nomear os candidatos aprovados, era uma ato discricionário. Bem, felizmente isso acabou. Se o concurso for feito para certo número de vagas, o órgão é obrigado a chamar no mínimo esse número, dentro do prazo de validade do concurso.

Imagine ser aprovado dentro do número de vagas, comemorar com a família, parar de estudar e não ser nomeado? Era uma grande injustiça mesmo, para não utilizar palavras mais feias.

Como exemplo, quando fui aprovado no concurso para Auditor Fiscal da Prefeitura de BH, em 1992, o edital previa 87 vagas, mas após os quatro anos de validade, a Prefeitura só convocou 70, deixando 17 de fora. Se fosse após 2008, isso não seria mais possível, esses 17 seriam nomeados obrigatoriamente.

Antes também havia alguns editais que exigiam que o candidato tivesse a formação necessária no dia da publicação do edital ou outra data qualquer, mas a Justiça já se manifestou no sentido de que isso é ilegal, pois a formação tem de ser requerida no dia da posse. Assim, se para investir no cargo é necessário o curso superior, a prova de término do curso (diploma, certificado etc.) deve ser apresentada no dia da posse, podendo até ter a data do dia anterior.

A ordem de convocação dos aprovados deverá obedecer rigorosamente à ordem de classificação, ou seja, em hipótese nenhuma o 10º colocado pode ser chamado antes do 5º.

Bem, este foi o primeiro texto desta série, acredito que em mais um ou no máximo dois terminaremos essas noções básicas.

Caso tenha alguma dúvida que considere como dessas mais básicas, não tenha vergonha, mande um e-mail para mim, que eu coloco a resposta nos próximos textos."

Um grande abraço a todos e boas HBCs

Alexandre Meirelles

Email/Facebook: alexmeirelles@gmail.com

CANSADO? AGUENTE FIRME!

Às vezes eu me sinto exausta.

É como se tudo o que eu quisesse fosse uma cama, um ar condicionado (porque aqui no Paraná não chove há semanas e passa dos 35 graus) e, de preferência, um bom livro. Ou viajar. É sempre uma excelente pedida viajar e conhecer novos lugares, passar tempo com aqueles que amamos, curtir a vida.

Mas agora não podemos. Não de pronto. Não imediatamente.

Agora precisamos renovar nossas energias e dar um pouquinho mais de determinação, disciplina e confiança.

Esperança. O tempo vai passar, nós iremos melhorar, otimizar nossos resultados e nosso aprendizado e garantir um futuro melhor para nós e nossa família.

E então viajaremos, conheceremos lugares novos, com aqueles que amamos, e nos daremos o luxo tão simples e tão significativo de descansar com a sensação de dever cumprido.

Não podemos desistir e sucumbir ao cansaço. Ele não é invencível, embora tenha forças invisíveis como a fadiga, o estresse, o sedentarismo. Mas nós somos mais do que isso.

Nós temos forças, também invisíveis, que nos impelem a um futuro melhor, a concretização de um projeto bacana, de um relacionamento sadio, de uma vida social e familiar adequada.

Então porque desistir agora?

Que estamos tão perto, tão motivados, tão dispostos a continuar melhorando até que não seja mais possível, seja pela banca examinadora, seja por nós mesmos, ser reprovado no concurso público que tanto queremos?

Apenas continue. Mais um mês, mais uma semana, mais um dia.

RESUMO DA ÓPERA - E não perca a esperança e foco em sua meta. Veja, talvez esteja mais próxima do que você mesmo imagina. Talvez o medo e a angústia o esteja impossibilidade de reconhecer a maior obviedade dessa fase temerária de preparação para concursos públicos: você é capaz do que quiser.

ANA PAULA DE OLIVEIRA MAZONI é concurseira por vocação.

Baixe provas anteriores do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal

PROVAS ANTERIORES BB E CEF - CONCURSEIROS DO BRASIL

Olá Concurseiros,

A vocês interessados em realizar concursos na área bancária, venho disponibilizar provas anteriores do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. É sempre importante resolver provas anteriores porque, além de conhecer melhor as Bancas Organizadoras, o candidato treina a rapidez na resolução das questões propostas.

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Bons estudos!


fonte: CB

As portas do futuro estão abertas
Presente é o aqui e agora, acorde
Respire, medite, acredite em você
Ocupe
o seu tempo com o dever
Verá que vale a pena vencer a si mesmo
Aprimore os seus conhecimentos
Navegue nas fontes sabias do tempo
Descubra que sonhos são metas, alcance-as
Objetivos são passos, dê o primeiro

V
ença os seus medos
Observe com amor as suas qualidades
Conquistas são conseqüências de vitórias e derrotas
Então esteja preparado, juntos vamos vencer

Lincoln Lafitte

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