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Conhecer a banca examinadora e outras dicas

CONHECER A BANCA EXAMINADORA É FUNDAMENTAL PARA O CANDIDATO ALCANÇAR MAIS RAPIDAMENTE A APROVAÇÃO.

Para conseguir êxito mais depressa, o candidato precisa estar a alguns detalhes que podem abreviar, de forma significativa, o período de sacrifício e renúncia de quem está determinado a ingressar no serviço público por meio de concurso.

Um importante detalhe a ser considerado é relativo à instituição organizadora do concurso, uma vez que o tipo de questão e prova podem ser bem diferentes em função deste fato. As questões podem ser teóricas ou práticas, literais ou interpretativas, baseadas na lei seca ou na jurisprudência ou doutrina, tudo isto em função da banca examinadora.

Atualmente as principais instituições em nível nacional são a Escola de Administração Fazendária - ESAF, o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília CESPE-UNB, a Fundação Carlos Chagas ? FCC, o Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro ? NCE/UFRJ e a Fundação Getúlio Vargas ? FGV.

Cada uma destas bancas tem as suas características especiais e o candidato deve conhecê-las para que possa se preparar com maior eficiência. Para alcançar este objetivo é importante que o estudante resolva provas de concursos anteriores realizadas pela mesma banca. Desta forma ele consegue captar os macetes que acabam, muitas vezes, por decidir quem será ou não selecionado.

MAIS 12 DICAS PARA CONSEGUIR A APROVAÇÃO

Seguem algumas dicas que dizem respeito a pequenos detalhes que influenciam muito na eficiência e no nível de concentração necessários para realizar uma prova para concurso público:

1. Imagine que o concurso é uma avaliação como as do tempo de colégio: você tem de tirar uma nota para passar. Acertar 80% da prova é uma média que garante a aprovação na maioria dos concursos públicos.

2. Normalmente, cada fase do concurso tem um tipo de prova diferente. Alguns têm só provas objetivas (de assinalar). Outros também têm provas discursivas, exames físicos e até avaliações orais. Prepare-se para todas essas fases.

3. Dias antes, reveja toda a matéria estudada. Alimente-se bem e evite comidas pesadas.
4. Procure dormir bem. Conheça o local da prova com pelo menos um dia de antecedência.
5. Chegue uma hora antes de começar a prova.

6. Se estiver calor, vá com roupas leves. Leve uma blusa para o caso de a sala ter ar condicionado.

7. Separe canetas, lápis, borracha, documento de identidade (original com foto), cartão de inscrição, um lanche (frutas, barra de cereal) e água mineral.

8. Leia com atenção as instruções da prova.

9. Comece resolvendo as questões mais fáceis. A seguir, resolva as mais trabalhosas e, por fim, as mais difíceis, salvo se você tiver a experiência pessoal de que no seu caso a ordem deve ser outra.

10. Leia cada enunciado com bastante atenção para não precisar relê-lo depois.
11. Reserve de 30 a 40 minutos para preencher o cartão de respostas.

12. Fique na prova até o final: batalhe questão por questão. Aos poucos, a ansiedade diminui e você conseguirá resolver o que estava emperrando no início da prova.

Abraços,

Cláudio Borba

Macetes Jurídicos – Direito Administrativo

Olá amigos! Encontrei esses macetes de direito administrativo no blog MacetesJuridicos.com.br. Lá vocês irão encontrar muitos macetes jurídicos que os ajudarão no Exame da Ordem, concursos, faculdades e também na vida profissional.

PRINCÍPIOS IMPLÍCITOS DE DIREITO ADMINISTRATIVO
Os Princípios elencados no artigo 37 da Constituição Federal não esgotam o acervo principiológico do regime jurídico-administrativo. Diante disso, há outros princípios expressos em artigos distintos bem como há, também, princípios implícitos.

Para saber quais são os princípios implícitos, basta olhar para a figura acima. Isso mesmo! É uma PRIMCESA (Com “M” mesmo), pois é falsificada.

P = Presunção de Legitimidade
R = Razoabilidade
I = Indisponibilidade do Interesse Público
M = Motivação
C = Continuidade do Serviço Público
E = Especialidade
S = Supremacia do Interesse Público
A = Autotutela

“Art. 37 – A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (…)”

IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA
O agente público que incorre em improbidade administrativa éSUPER IRRESponsável.
Sobre ele recairá algumas conseqüências constitucionais:

SU = SUspensão dos direitos políticos
PER = PERda da função pública
I = Indisponibilidade dos bens
RES = RESsarcimento ao erário


FORMAS DE PROVIMENTO DO CARGO PÚBLICO

Esse macete visa a memorização de algumas das formas de provimento de cargo público:
ReVersão = V de Velhinho, aposentado. É a volta do aposentado por invalidez ou pelo interesse da administração.

ReaDaptação = D de Doente. A investidura do servidor em cargo compatível com uma limitação física que tenha sofrido (doença, acidente, etc).

REINtegração = Lembre-se de REINvestidura. Uma nova investidura do servidor em seu cargo, após a invalidação de sua demissão.

Recondução = volta: lembre-se que é a volta do servidor ao cargo que ocupava anteriormente ao atual.

Créditos: Imagem do cartunista IOTTI.

PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Já aprendemos em macete anterior os princípios constitucionais da Administração Pública: LIMPE (Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade, Eficiência)
Outros princípios podem ser encontrados na Lei 9.784/99, art. 2º, Lei 8.666/93. Para lembrar deles é só memorizar a figura acima: CHÁ IM PARIS

C = Continuidade
H = Hierarquia
A = Auto-executoriedade

I = Isonomia
M = Motivação

P = Presunção de legitimidade
A = Auto-tutela
R = Razoabilidade
I = Indisponibilidade do interesse público
S = Supremacia do interesse público

INEXIBILIDADE DE LICITAÇÃO – art. 25 da Lei 8666/93

Esse é forçadinho… o que vale mesmo é não esquecer, então vamos ao que interessa!!!
A frase é: ARTISTA ESNOBE

ARTISTA consagrado pela crítica
ESclusivo (representante comercial) – (com S mesmo kkkkk)
NOtória Especialização (profissionais ou empresa – serviços técnicos)

Art. 25. É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição, em especial:
I - para aquisição de materiais, equipamentos, ou gêneros que só possam ser fornecidos por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo, vedada a preferência de marca, devendo a comprovação de exclusividade ser feita através de atestado fornecido pelo órgão de registro do comércio do local em que se realizaria a licitação ou a obra ou o serviço, pelo Sindicato, Federação ou Confederação Patronal, ou, ainda, pelas entidades equivalentes;
II – para a contratação de serviços técnicos enumerados no art. 13 desta Lei, de natureza singular, com profissionais ou empresas de notória especialização, vedada a inexigibilidade para serviços de publicidade e divulgação;
III – para contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou através de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública.
DISPENSA DE LICITAÇÃO
A alienação de bens imóveis da Administração Pública, dependerá de autorização legislativa para órgãos da administração direta e entidades autárquicas e fundacionais, e, para todos, inclusive as entidades paraestatais, dependerá de avaliação prévia e de licitação na modalidade de concorrência, dispensada esta nos seguintes casos:dação em pagamento, doação, investidura, legitimação de posse,alienação, concessão de direito real de uso, locação ou permissão de uso e permuta
Agora grave a Frase: DADO INVEntou LEGÍTIMo ALIEN PERneta.
E é só lembrar que ele é perneta e por isso tenho que levar ele noCOLO (COncessão de direito real de uso e LOcomoção ou permissão de uso)DAção em pagamento
DOação
INVEstidura
LEGÍTIMação de posse
ALIENação
PERmutaCOncessão de direito real de uso
LOcação ou permissão de uso
PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA:
Este macete é bastante conhecido, porém, resolvemos postar para as pessoas que estão começamdo agora a se familiarizar com os macetes….
O art. 37 da CF/88 expõe os Princípios da Administração Pública: A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência…
A figura mostra um funcionário público (lembre da administração pública) limpando o Congresso Nacional….LIMPE!!!!
L = Legalidade
I = Impessoalidade
M = Moralidade
P = Publicidade
E = EficiênciaObservação: estes princípios estão expressos na CF/88. Há outros princípios que estão elencados nas leis nº 9784/99 e 8666/93.
REQUISITOS DO ATO ADMINISTRATIVO
Requisitos constantes do art. 2º da Lei nº 4.717/65 (Lei da ação popular), cuja ausência provoca a invalidação do atos. São eles: competência, objeto, forma, motivo e finalidade.Para facilitar segue um macete:
Olhe a foto acima: Sem O Faustão Morreria Feliz!!!
S = Sujeito competente
O = Objeto lícito
F = Forma
M = Motivo
F = Finalidade
ATRIBUTOS DO ATO ADMINSTRATIVO:
É muito fácil… é só lembrar do Inri Cristo, pois ele diz ser o emissário do PAI.
P = Presunção de Legitimidade
A = Auto executoriedade
I = ImperatividadeATENÇÃO: Maria Silvia Di Pietro afirma existir mais um atributo: tipicidade, logo se você adere este entendimento, a palavra é: PATI
P - presunção de legitimidade e veracidade
A - auto-executoriedade
T - tipicidade
I -imperatividade

Concurso do INSS: O que estudar?

Bem, primeiramente não podemos deixar de pensar na fonte de onde emana todas as leis: a Constituição. Há normas sobre a seguridade social (conceito que envolve saúde + assistência social + previdência social) espalhadas por toda a Constituição, mas sem dúvida as principais disposições estão nos artigos 194 a 204. Dentre estes artigos, sugiro uma leitura mais atenta do art. 201, que trata da Previdência Social.


Mas sem dúvida alguma, a Lei 8.213/91 é o carro-chefe do concurso, pois é ele que instituiu o plano de benefícios da previdência social. Desta forma, tanto os médicos peritos quanto os técnicos do seguro social vão atuar diretamente com esta lei e, por consequência, será objeto de muitas questões.

A Lei 8.212/91, que instituiu o plano de custeio da previdência social, também tem seu peso na prova. Geralmente, questões que envolvem o salário-de-contribuição dos segurados e situações deste natureza advém de lá. Mas em dúvida terá importância menor que a Lei 8.213/91.

O Decreto 3.048/99, que regulamentou as leis acima, serve como um aprofundamento da matéria. Basicamente, tudo que é visto nas leis encontra-se, também no decreto, mas com um nível de detalhamento maior.

Finalmente, a Instrução Normativa INSS/PRES nº 45/2010, é o “manual” de operações do INSS e é seguida por todos os técnicos do seguros social em seu dia-a-dia. Aqueles que pretendem ter um nível de preparação diferenciada, que possuem tempo disponível, podem agregar muito valor ao conhecer o passo-a-passo da interação INSS x Segurado. Na Instrução Normativa os principais conceitos são trazidos de uma maneira bem didática, pois deverá ser acessível a todos aqueles que não possuem formação jurídica.

Para que se tenha uma ideia de como os temas foram cobrados nos últimos concursos, procuramos fazer uma pequena divisão das questões em alguns grupos de assuntos principais, conforme segue abaixo:

a) Princípios da Seguridade Social (Assistência, Saúde e Previdência);

b) Segurados;

c) Dependentes;

d) Filiação e Inscrição;

e) Qualidade de Segurado;

f) Carência;

g) Salário-de-Contribuição;

h) Salário de Benefício e Renda Mensal Inicial;

i) Prestações;

j) Outros assuntos.

Nos últimos três concursos, a maioria das questões versava sobre os temas de “a” a “i”. “Outros assuntos” foram abordados com maior intensidade no concurso de 2003, organizado pela CESPE, em que vários temas sobre a arrecadação/fiscalização de contribuições foram cobrados. Porém, é importante ressaltar que dificilmente a banca examinadora teria o mesmo comportamento na próxima prova, porquanto quase toda a parte de arrecadação e fiscalização das contribuições sociais foi repassada para a Secretaria da Receita Federal do Brasil, com a chamada Lei da Super Receita (Lei 11.457/07).

A tendência, em minha opinião, é que a parte de Custeio da Seguridade Social (lei 8.212/91), se for exigida no próximo edital, responda por um mínimo de questões na prova.

Exemplificando o que acabei de dizer, se analisarmos a prova do último grande concurso do INSS, realizado em 2008, organizado também pelo CESPE/UNB, temos o seguinte panorama:

a) Princípios: nenhuma questão

b) Segurados: 10 questões

c) Dependentes: 05 questões

d) Filiação e Inscrição: 01 questão

e) Qualidade de Segurado: 04 questões

f) Carência: 05 questões

g) Salário-de-Contribuição: 07 questões

h) Salário-de-Benefício: nenhuma questão

i) Renda Mensal Inicial: 01 questão

j) Prestações: 35 questões

k) Outros assuntos: 02 questões

Total de conhecimentos específicos: 70 questões

É importante ressaltar que não se trata de uma divisão rigorosa dos temas, já que as questões do CESPE, por vezes, abordam vários temas concomitantemente. De qualquer modo, mesmo sem aplicar um rigor matemático, a divisão dos assuntos feita acima permite observar com algum grau de certeza quais foram os conteúdos mais abordados pela banca examinadora.

Veja que a esmagadora maioria das questões foi baseada na Lei 8.213/91, o que é um excelente ponto de partida para você elaborar sua estratégia de estudos, concentrando esforços para o fortalecimento seus pontos fracos e aprimorar seus pontos fortes!

Nunca se esqueça desta dica importante: em concurso público é importante saber priorizar os conteúdos, o que certamente otimizará muito seus estudos!

Por Lucas Pavione

Fonte: atualidadesdodireito.com.br

Estratégia Concursos



Novos cursos estão surgindo, isso é bom, pois deixa a concorrência mais acirrada e torna os preços mais baixos, beneficiando a nós concurseiros...hehehehehe

Segue esse material do Curso Estrátégia que está iniciando no mercado dos concursos:


Para facilitar seguem os links das aulas demonstrativas que já estão disponíveis. Para comprar os cursos completos, aguarde a entrada no ar de www.estrategiaconcursos.com.br

AFO para Auditoria Governamental - Sérgio Mendes


AFO p/ Auditoria de Obras - Sérgio Mendes


Administração Pública – Rodrigo Rennó


Análise de Demonstrações Contábeis de Empresas - Gabriel Rabelo e Luciano Rosa

Análise das Demonstrações Contábeis no Setor Público – Giovanni Pacelli

Auditoria - Claudenir Brito


Controle Externo - Erick Alves


Direito Administrativo - Daniel Mesquita


Direito Administrativo e Regulatório em Exercícios – Cyonil Borges

Economia da Regulação - Héber Carvalho


Português - Fabiano Sales

Curso avançado de temas de discursivas – Coordenação Cyonil Borges

Fazer provas de concursos anteriores para aprimorar o conhecimento

concursos estudo (Foto: Arquivo/TV Globo)

Resolver provas de concursos anteriores permite que o candidato conheça a forma de cobrança da teoria estudada até então. Com isso, ele percebe onde precisa focar mais e fica atento a detalhes que poderiam passar despercebidos.

Se compararmos dois candidatos com o mesmo número de horas de estudo, sendo que um dedicou-se somente à teoria e o outro utilizou parte do tempo para a resolução de provas anteriores da banca examinadora, o segundo provavelmente chegará à prova com muito mais segurança e condições de obter melhores resultados.


Muitos candidatos, porém, têm dúvidas sobre quando e como incluir essa etapa na sua preparação. Todo estudo começa com matérias básicas em conjunto, fazendo uma distribuição das mesmas nos períodos de estudo da semana ou quinzena. Como a extensão do conteúdo e a dinâmica de cada disciplina são independentes, o candidato acaba chegando ao fim do estudo teórico de cada uma em momentos diferentes.

Então, assim que concluir a teoria de uma disciplina, ele poderá iniciar a resolução de provas de concursos anteriores daquela matéria. Isso porque, antes de ter visto toda a teoria, tal tarefa se resumiria a um exercício de adivinhação ou chute, sem resultados práticos.

Antes de o edital ser publicado
Enquanto não houver edital publicado para o concurso desejado, o candidato deve resolver provas anteriores de cada matéria básica, utilizando concursos realizados por bancas variadas. Assim, estará ampliando a sua preparação, independentemente da banca que vier a elaborar a prova do seu concurso.

Devem ser escolhidas provas que exijam o mesmo nível de escolaridade para o qual a pessoa está se preparando. E sempre com gabarito, porque de nada adianta resolver questões sem saber qual resposta foi considerada correta. É importante também verificar se o gabarito divulgado é o definitivo, aquele que é publicado após os recursos -que podem provocar anulação de questões ou modificações nas respostas-, para não tomar como base uma informação que pode ter sido posteriormente alterada.

Outro cuidado é não utilizar provas muito antigas, porque a matéria pode ter sofrido alterações e o gabarito da época não ser mais correto. Além disso, o estilo de cobrança nos concursos muda com o passar do tempo, e o candidato precisa estar habituado ao que e como vem sendo cobrado no momento. O ideal é utilizar provas atuais ou de poucos anos atrás.

Com edital à mão
Quando sair o edital, o candidato deve buscar provas da mesma banca, se houver. Pode ser para o mesmo cargo, para cargos diferentes da mesma instituição ou para outros concursos de mesmo nível. Conhecer o estilo de cobrança da banca do seu concurso é uma vantagem significativa para o candidato na hora da prova pra valer.

Se não houver material disponível da mesma banca, a solução é utilizar provas anteriores de bancas que tenham estilo de cobrança semelhante. Por outro lado, se o edital for publicado e não houver tempo suficiente para o estudo da teoria toda de alguma disciplina, é válido inverter e estudar a partir de questões de provas anteriores, partindo dali para a teoria.

Não é raro encontrar na prova do seu concurso alguma questão similar à de concurso anterior. Se o candidato tiver resolvido muitas provas anteriores, aumenta as chances de não ser surpreendido na hora da sua prova. Isso é importante também porque há alguns temas polêmicos em concursos, em relação aos quais as bancas examinadoras podem adotar opiniões diferentes. Nesses casos, em especial, é muito importante conhecer a posição da banca do seu concurso em relação ao assunto.

Onde encontrar
As bancas examinadoras costumam deixar disponíveis em seus sites as provas de concursos já realizados. Outra possibilidade é buscar em sites especializados em concursos públicos –muitos também disponibilizam provas gratuitamente, alguns até de forma organizada por filtros (região, grau de escolaridade, etc). Há, ainda, sites que cobram pelo serviço e oferecem provas atualizadas, conforme o interesse do candidato, durante um período de tempo.

As editoras especializadas em concurso também têm livros de questões de concursos anteriores, muitas vezes com gabaritos comentados, por disciplina/banca examinadora, como Esaf, Cespe/UnB, Cesgranrio e Fundação Carlos Chagas (FCC). É comum encontrá-los abordando as matérias mais frequentemente cobradas em concursos: português, direito constitucional, direito administrativo, informática, e outras.

Neste caso, cuidado com apostilas vendidas em bancas de jornal, porque podem conter erros. Procure por editoras consolidadas, reconhecidas no meio dos concursos públicos e com diversos livros publicados, pois elas têm compromisso com a qualidade e a atualização permanente de seu material.

* Lia Salgado, colunista do G1, é fiscal de rendas do município do Rio de Janeiro, consultora em concursos públicos e autora do livro “Como vencer a maratona dos concursos públicos”

Cuidado com livros usados para concursos públicos

É fato que a maioria dos concurseiros não dispõem de muitos recursos financeiros e também que bons livros para concursos públicos em geral custam caro, se bem que nos últimos anos o preço vem baixando sensivelmente. Esse cenário é, realmente, complicado, daí poupar sempre que possível é regra, visto que aqueles reais economizados em uma ocasião podem ser a diferença entre comprar ou não um livro muito útil ou prestar ou não um concurso público.

Diante dessa fatídica dobradinha de grana curta e necessidade de estudar com bons livros, muitos concurseiros apelam para duas soluções que valorizam seus parcos recursos financeiros:

1 - Estudar em bibliotecas públicas;

2 - Comprar livros usados.

E o assunto do artigo de hoje é a segunda opção.

Note que há livros e livros em termos de atualização. Vejamos.

Livros de literatura - Não importa o ano da publicação, podem ser lidos tranquilamente. Claro que o "português" pode ser um pouco diferente, mas isso não afeta em nada a história contada. Podem ser comprados usados sem problema algum.

Livros de matérias "estáticas" - São livros de matérias como matemática ou física, ou seja, matérias que não mudam de interpretação ao longo do tempo. O que pode mudar é a didática de ensino, que vem sendo aperfeiçoada com o tempo. De qualquer modo, podem ser comprados usados também sem problema algum.

Livros de matérias "dinâmicas" - São livros de matérias que mudam com o tempo por conta de novas interpretações, descobertas e regramento jurídico, como Administração ou Direito Constitucional. Essas matérias são aquelas que tornam muitos ótimos livros desatualizados depois de algum tempo e, por conta disso, apenas objeto de estudos históricos, consultas muito específicas ou pesos de papel. Livros usados dessas matérias devem ser comprados com muito cuidado.

É engraçado como sempre encontramos concurseiros que herdaram livros e algum parente ou amigo que estudou para concursos públicos há dez, vinte anos atrás ... e muitos insistem em estudar com esses mesmos livros! Calma aí, gente, temos de ter muito cuidado antes de usar livros usados, sejam ganhados ou comprados.

Mudanças conceituais ou legais podem tornar livros de matérias "dinâmicas":

- Totalmente desatualizados;

- Parcialmente desatualizados;

- Não afetam a atualização da obra.

É lógico que devemos evitar os livros que se encaixam na primeira situação, fora no caso de situações muitíssimo específicas. Os livros que se enquadram na segunda situação podem ser utilizados com restrições, porém muitas vezes o trabalho de separar o que está desatualizado do que ainda pode ser atualizado é tão grande que não compensa. Os livros que se enquadram na útlima situação podem e devem ser utilizados sem problemas.

Por isso, gente, tomem muito cuidado com livros usados para concursos públicos. Antes de adquirí-los ou utilizá-los, analise-os com cuidado seguindo os seguintes passos:

1o - São de matérias "estáticas" ou "dinâmicas"? Se forem do primeiro tipo, sem problemas. Se forem do segundo, analise o próximo critério;

2o - Verifique o ano da edição do livro e compare com as atualizações legais e conceituais da matéria para verificar se o mesmo não está desatualizado. Se o livro estiver apenas parcialmente desatualizado, analise o próximo critério;

3o - Analise com atenção se o livro parcialmente desatualizado pode ter essas partes facilmente identificadas, para se evitar seu estudo. Se for o caso, o livro pode ser utilizado.

RESUMO DA ÓPERA - Concurseiros não têm dinheiro sobrando, fato, mas também não podem jogar tempo fora. Muitas vezes é mais rápido e prático gastar um pouco mais em um livro novo do que perder dias separando o que pode ser estudado em um livro semi desatualizado. De qualquer forma fica o conselho de que vocês tomem muito cuidado na hora de adquirir e/ou utilizar livros usados para concursos públicos.

Fonte: Concurseiro Solitário.

Como prever o que vai cair na prova

Concursandos, baixem este maravilhoso artigo de William Douglas: Como prever o que vai cair na prova.


Perfil e Currículo Resumidovoltar

• Juiz Federal, Titular da 4ª Vara Federal de Niterói – Rio de Janeiro
• Professor Universitário
• Mestre em Direito, pela Universidade Gama Filho – UGF
• Pós-graduado em Políticas Públicas e Governo – EPPG/UFRJ
• Bacharel em Direito, pela Universidade Federal Fluminense – UFF
• Conferencista da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro – EMERJ
• Professor Honoris Causa da ESA – Escola Superior de Advocacia – OAB/RJ
• Professor da Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getúlio Vargas – EPGE/FGV
• Membro das Bancas Examinadoras de Direito Penal dos V, VI, VII e VIII Concursos Públicos para Delegado de Polícia/RJ, sendo Presidente em algumas delas
• Conferencista em simpósios e seminários
• Autor de artigos publicados na imprensa e em revistas especializadas (O Dia, Jornal do Commercio, Jornal O Fluminense, Folha Dirigida, Tribuna da Imprensa, Correio Braziliense, Revista dos Tribunais, Doutrina/ID, Revista de Direito Tributário/Malheiros, Revista In Verbis/IMB, Consulex, ADCOAS, ADV-COAD, Justilex e das Revistas de Direito do IEJ, Defensoria Pública, AJUFE, TRF da 1a Região, Justiça Federal/RJ, entre outras)
• Colunista do jornal O Fluminense, Correioweb e da Revista Geração JC
• Já exerceu as atividades de Advogado, Delegado de Polícia, Defensor Público, Professor de Direito Processual, na Universidade Federal Fluminense – UFF e Professor em vários cursos preparatórios.
• Atuou como Juiz da 2a Turma Recursal dos Juizados Especiais Federais – SJ/RJ (2001/2002)
• Organizador de seminários e cursos sobre Direito Constitucional, Direito Administrativo, Técnicas de Otimização de Estudo e Mudanças no Mundo do Trabalho
• Autor de vários estudos na área jurídica, como a Proposta de Criação dos Juizados Especiais Federais (1994) e a Tese da Legítima Defesa Antecipada, já referida por Juarez Tavares, Rogério Greco e Julio Fabbrini Mirabete
• Membro da Diretoria da Associação dos Juízes Federais do Brasil – AJUFE – (Conselho Fiscal e Diretor Adjunto da Revista Direito Federal), nos biênios 2000/2002 e 2002/2004
• Atua eventualmente como consultor ad hoc do Centro de Estudos Judiciários, do Conselho da Justiça Federal (STJ), emitindo pareceres sobre artigos enviados para publicação
• Membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil – AELB, ocupando a Cadeira nº 22
• Membro da União Brasileira de Escritores – UBE
• Membro do Conselho Editorial da Editora Impetus
• Consultor do Grupo Editorial Campus/Elsevier
• Membro do Conselho Editorial da Editora Thomas Nelson Brasil
• Membro Titular do Instituto Ibero-americano de Direito Público
• Membro do Conselho Editorial da Revista Cristianismo Hoje
• Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Escola da Magistratura Regional Federal da 2ª Região.


Possui larga experiência na realização de provas e concursos públicos:
• 1º colocado no Concurso Público para Juiz de Direito/RJ
• 1º colocado no Concurso Público para Defensor Público/RJ
• 1º colocado no Concurso Público para Delegado de Polícia/RJ
• 4º colocado no Concurso Público para Professor de Direito, na Universidade Federal Fluminense – UFF
• 5º colocado no Concurso Público para Analista Judiciário/TRF da 2ª Região
• 8º colocado no Concurso Público para Juiz Federal/TRF da 2ª Região
• 1º colocado no CPOR/RJ (Arma de Infantaria)
• 1º colocado no Vestibular para Direito/UFF
• 3º colocado em concurso nacional de monografias sobre a Justiça Federal


As portas do futuro estão abertas
Presente é o aqui e agora, acorde
Respire, medite, acredite em você
Ocupe
o seu tempo com o dever
Verá que vale a pena vencer a si mesmo
Aprimore os seus conhecimentos
Navegue nas fontes sabias do tempo
Descubra que sonhos são metas, alcance-as
Objetivos são passos, dê o primeiro

V
ença os seus medos
Observe com amor as suas qualidades
Conquistas são conseqüências de vitórias e derrotas
Então esteja preparado, juntos vamos vencer

Lincoln Lafitte

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